sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
esboço de algodão
pétalas, rosa, dor, o que o leite faz que a suavidade não pode mais alcançar um pepino de modo que a luz acima branca, as vezes amarela chega em um fundo azul sem o mínimo controle dos sentimentos ou da opacidade da mente, queria uma maciez aveludada de lírio ou um cetim cor de algodão e com textura de nuvens ou silêncio. Sempre mais difícil imaginar o que é a escuridão do quarto, do abismo, que nutre a pedra, a rocha, a bola, o bule de chá de carqueja, não é uma palavra difícil de engolir com soda caustica, embebida de licor, num lago cheio de carpas azuis sem distinção de modos mas falando japonês ou grego, sem saber se é ouro ou prata, ou moeda de licor. Sem saber se cor se faz com o vento e vida se faz com saúde de cosméticos.
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